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Violência contra a mulher (parte II)

May 15, 2019

 

(continuação)

  1. O AGRESSOR SEMPRE VAI PRESO?

Só se for pego em flagrante, se o comportamento dele oferecer grande risco à mulher ou se ele for condenado ao final do processo.

 

2. E SE A MULHER JÁ FOI AGREDIDA OU CORRE RISCOS?

 

A lei oferece várias medidas para proteger a integridade física e o patrimônio da mulher. Ela prevê a saída do agressor de casa, a proteção dos filhos,ireito de a mulher rever seus bens e cancelar procurações feitas pelo agressor e até uma distância mínima para ele se manter em relação a vítima. Em casos extremos, o juiz pode direcionar a mulher para um abrigo-mas eles são em número muito pequeno.

 

3. POR QUE MUITAS MULHERES CONTINUAM COM O AGRESSOR?

            Por vários motivos e todos muito complexos. Algumas vezes, a mulher simplesmente não encontra saída para seu problema, seja porque tem medo de sofrer violência maior, seja por não ter condições econômicas de viver sem o agressor. Ou simplesmente porque acredita que ainda poderá construir uma vida feliz com aquele homem. É preciso compreender essa dificuldade e apoiar a vítima.

 

4. SAIR DA RELAÇÃO É A MELHOR SOLUÇÃO?

 

A melhor solução é sempre a integridade física e psicológica de todos os envolvidos. Se para isso for necessário a mulher abandonar a relação, ela certamente deverá tomar essa atitude, mas sempre com muito cuidado, buscando apoio de amigos ,familiares e profissionais. Ao contrário que se pensa, porém, muitos casais conseguem reconstruir a vida em comum, mesmo após um histórico de violência, após contarem com auxílio de profissionais.

 

5. QUAL A MELHOR FORMA DE RECEBER ORIENTAÇÃO?

 

O caminho mais seguro é o telefone 180. Trata-se de um serviço gratuito, oferecido pela Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres .Funciona 24 horas por dia, orientando a mulher a buscar o apoio necessário ,dentro do que existe em sua região e de acordo com as necessidades do caso. A ligação é gratuita e não é preciso se identificar.

 

Consulte a letra da lei aqui.

 

Infelizmente é assustador o número de casos no Brasil. 

Não fique calada, denuncie!

Podemos te ajudar, entre em contato conosco!

 

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